A decisão amplia a oportunidade para que moradores, turistas, estudantes e instituições de ensino conheçam um dos mais importantes patrimônios culturais da Amazônia por meio de uma experiência educativa, artística e acessível. A mostra apresenta desenhos técnicos arqueológicos e materiais táteis produzidos a partir de acervos arqueológicos de Santarém, Itaituba e Monte Alegre. O desenho técnico, utilizado pelos arqueólogos como ferramenta de registro científico, é apresentado ao público como linguagem artística, revelando detalhes da cultura material dos povos que habitaram a Amazônia há milhares de anos.

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A Amazônia concentra um dos mais importantes patrimônios arqueológicos do planeta, reunindo vestígios que ajudam a compreender a história, os modos de vida e os conhecimentos desenvolvidos pelos povos originários. Nesse contexto, iniciativas culturais e ações de educação patrimonial são fundamentais para aproximar a sociedade da ciência e incentivar a valorização e a preservação desse legado histórico. 

Além das ilustrações arqueológicas, a exposição oferece uma experiência inclusiva por meio de materiais táteis em cerâmica, audiodescrição, interpretação em Libras, textos em braile, acessibilidade arquitetônica e recursos digitais, garantindo que pessoas com deficiência também possam conhecer e interagir com o acervo. 

Coordenado pela arqueóloga, artista e produtora cultural Mayara Sá, o projeto busca democratizar o acesso ao patrimônio arqueológico amazônico e fortalecer a valorização da memória, da ciência e da identidade cultural da região. 

"Nosso objetivo é aproximar diferentes públicos da arqueologia por meio da arte e da acessibilidade, mostrando que o patrimônio arqueológico faz parte da nossa história e precisa ser conhecido, valorizado e preservado", destaca Mayara Sá.”

Como novidade, o projeto prepara o lançamento da exposição em formato digital, previsto para meados de agosto. O conteúdo será disponibilizado nas redes sociais do projeto, ampliando o acesso aos desenhos arqueológicos, aos recursos de acessibilidade e às informações sobre o patrimônio arqueológico amazônico, permitindo que pessoas de diferentes regiões também possam conhecer a exposição.

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A iniciativa reafirma a importância da cultura e da educação patrimonial como instrumentos de valorização da história amazônica, promovendo o acesso democrático ao conhecimento científico e fortalecendo a preservação da memória e da identidade cultural da região. A visitação é gratuita e ocorre de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h. Escolas, universidades, pesquisadores e grupos interessados podem agendar visitas guiadas. 

Exposição: Desenhando a Arqueologia
Período: Até 14 de agosto de 2026
Local: Centro Cultural João Fona – Santarém (PA)
Horário: Segunda a sexta-feira, das 8h às 18h
Entrada: Gratuita Agendamento de grupos: Pelo perfil oficial do projeto ou diretamente no Centro Cultural João Fona.

Fonte : ASCOM
Meiry Rejane